O cronista apresenta os filhos de Jéter — Jefoné, Pispa e Ara — mais um pequeno ramo dentro do frondoso tronco de Aser. Nada se sabe dessas figuras além da menção. E, ainda assim, o autor as inscreve com o mesmo zelo dedicado aos nomes mais ilustres. Não há hierarquia de importância na simples ação de ser contado: o obscuro e o célebre partilham o mesmo lugar na lista sagrada do povo.
Essa igualdade fundamental diante do registro divino tem algo de profundamente consolador. No mundo, uns são muito lembrados e outros logo esquecidos; nas contas de Deus, porém, cada um é igualmente conhecido e nomeado. Para o leitor de hoje, marcado por sociedades que celebram poucos e ignoram muitos, esses versículos discretos anunciam uma justiça mais alta. Aos olhos do Senhor, não há vidas descartáveis nem segunda classe. Jefoné, Pispa e Ara — nomes que talvez ninguém mais pronuncie na terra — permanecem, na página inspirada, para sempre lembrados por quem os criou.
O que este versículo diz
O cronista apresenta os filhos de Jéter — Jefoné, Pispa e Ara — mais um pequeno ramo dentro do frondoso tronco de Aser. Nada se sabe dessas figuras além da menção. E, ainda assim, o autor as inscreve com o mesmo zelo dedicado aos nomes mais ilustres. Não há hierarquia de importância na simples ação de ser contado: o obscuro e o célebre partilham o mesmo lugar na lista sagrada do povo.
Essa igualdade fundamental diante do registro divino tem algo de profundamente consolador. No mundo, uns são muito lembrados e outros logo esquecidos; nas contas de Deus, porém, cada um é igualmente conhecido e nomeado. Para o leitor de hoje, marcado por sociedades que celebram poucos e ignoram muitos, esses versículos discretos anunciam uma justiça mais alta. Aos olhos do Senhor, não há vidas descartáveis nem segunda classe. Jefoné, Pispa e Ara — nomes que talvez ninguém mais pronuncie na terra — permanecem, na página inspirada, para sempre lembrados por quem os criou.