1 Reis 3:15
“E acordou Salomão, e eis que era sonho. E veio a Jerusalem, e pôs-se perante a arca do concerto do Senhor, e sacrificou holocaustos, e preparou sacrificios pacíficos, e fez um banquete a todos os seus servos.”
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O que este versículo diz
Salomão acorda, "e eis que era sonho". A frase poderia sugerir irrealidade, mas o rei age como quem sabe que o encontro foi verdadeiro. Ele vai a Jerusalém, coloca-se diante da arca da aliança e oferece holocaustos e sacrifícios pacíficos, coroando tudo com um banquete para seus servos. Note-se o deslocamento: antes ele sacrificava em Gibeom, no "alto grande"; agora se apresenta diante da arca, o coração da presença de Deus no meio do povo. É um sinal discreto de amadurecimento.
Os sacrifícios pacíficos e o banquete têm caráter de comunhão e alegria compartilhada. A sabedoria recebida não fica guardada como tesouro privado; transborda em gratidão e festa com a comunidade. A verdadeira experiência de Deus não termina no êxtase noturno, mas se traduz em adoração concreta e generosidade com os outros. Quando encontramos o Senhor, o teste é o que fazemos ao acordar. Salomão responde com culto e com mesa aberta. Também nossas graças pedem para virar gratidão visível e partilha.