2 Crônicas 36:4
“E o rei do Egito pôs a Eliakim, seu irmão, rei sobre Judá e Jerusalem, e mudou-lhe o nome em Joaquim: mas a seu irmão Joachaz tomou Necho, e levou-o para o Egito.”
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“E o rei do Egito pôs a Eliakim, seu irmão, rei sobre Judá e Jerusalem, e mudou-lhe o nome em Joaquim: mas a seu irmão Joachaz tomou Necho, e levou-o para o Egito.”
O que este versículo diz
O faraó Neco consolida seu domínio nomeando outro filho de Josias, Eliaquim, como rei vassalo, e trocando-lhe o nome para Joaquim. Mudar o nome de alguém, no mundo antigo, era sinal de autoridade sobre a pessoa: o Egito demonstra assim que o próprio rei de Judá lhe pertence. Enquanto isso, Joacaz é levado cativo para o Egito, de onde não retornará — cumprindo, como observam muitos estudiosos, a palavra profética de que ele morreria longe da terra que amava.
O detalhe do nome trocado é comovente: aquilo que deveria ser identidade e vocação de um povo passa a ser marcado por mãos estrangeiras. Para nós, há um lembrete de que existe uma liberdade mais profunda que nenhum poder pode confiscar — a de pertencer a Deus, que nos chama pelo nome. Ainda que circunstâncias externas nos definam por fora, nossa verdadeira identidade permanece guardada naquele que nos criou.