“Não entregarás a seu senhor o servo que se acolner a ti de seu senhor;”
Ouça Deuteronômio 23:15
O que este versículo diz
O capítulo muda de assunto e apresenta uma lei humanitária notável para o mundo antigo. O escravo que fugia de seu senhor e buscava refúgio em Israel não deveria ser devolvido. Enquanto os códigos dos povos vizinhos costumavam punir severamente quem acolhesse escravos fugitivos, a lei de Deus inverte a lógica e coloca a proteção do fraco acima do direito de propriedade do poderoso. É provável que a norma pensasse sobretudo no escravo que fugia de senhores estrangeiros, buscando abrigo no meio do povo de Deus.
Essa disposição revela o coração da legislação bíblica, marcada pela memória da própria escravidão no Egito. Israel, que fora povo de escravos libertado por Deus, não podia tornar-se instrumento de reescravização. Para o leitor, o versículo inspira compaixão diante de quem foge da opressão e procura um lugar seguro. Ele ecoa em toda causa de acolhimento aos perseguidos e refugiados. A fé que nasce da libertação divina deve produzir comunidades que ofereçam abrigo, e não que devolvam pessoas às correntes de onde escaparam.
O que este versículo diz
O capítulo muda de assunto e apresenta uma lei humanitária notável para o mundo antigo. O escravo que fugia de seu senhor e buscava refúgio em Israel não deveria ser devolvido. Enquanto os códigos dos povos vizinhos costumavam punir severamente quem acolhesse escravos fugitivos, a lei de Deus inverte a lógica e coloca a proteção do fraco acima do direito de propriedade do poderoso. É provável que a norma pensasse sobretudo no escravo que fugia de senhores estrangeiros, buscando abrigo no meio do povo de Deus.
Essa disposição revela o coração da legislação bíblica, marcada pela memória da própria escravidão no Egito. Israel, que fora povo de escravos libertado por Deus, não podia tornar-se instrumento de reescravização. Para o leitor, o versículo inspira compaixão diante de quem foge da opressão e procura um lugar seguro. Ele ecoa em toda causa de acolhimento aos perseguidos e refugiados. A fé que nasce da libertação divina deve produzir comunidades que ofereçam abrigo, e não que devolvam pessoas às correntes de onde escaparam.