Deuteronômio 33:15

Deuteronômio 33:15
“E com o mais excelente dos montes antigos, e com o mais excelente dos outeiros eternos,”
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O que este versículo diz

O poema prossegue subindo dos vales aos altos: "os montes antigos" e "os outeiros eternos". As montanhas eram símbolos de estabilidade e permanência, as estruturas mais duradouras da terra, e chamá-las de antigas e eternas evoca algo que existe desde a criação. Delas provêm minerais, pastagens de altitude e recursos que enriquecem a herança de José.

Há também uma nota contemplativa: se os montes, que parecem eternos, oferecem o que têm de melhor, quanto mais o Deus que os formou antes deles. A abundância de José não vem por acaso; brota de uma criação inteira posta a seu favor. Para o leitor, a imagem das colinas antigas convida a uma humildade saudável. Diante do que é muito mais velho e sólido do que nós, percebemos nossa pequenez e, ao mesmo tempo, a grandeza de sermos cuidados por Aquele que precede até as montanhas. A bênção mais duradoura não está na rocha, mas em quem a fez.

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