“Então me levou à porta, à porta que olha para o caminho do oriente.”
Ouça Ezequiel 43:1
O que este versículo diz
Depois de longos capítulos em que o profeta é conduzido por um guia celestial pelas medidas e pátios do novo templo, chega o momento decisivo. Ezequiel é levado de volta ao portão oriental, a mesma direção pela qual, em visões anteriores, ele havia contemplado a glória de Deus se afastar de Jerusalém antes da destruição. A porta que "olha para o oriente" não é um detalhe qualquer: no imaginário bíblico, o nascente é o lado do amanhecer, do recomeço, da luz que rompe as trevas. O leitor atento percebe que algo está prestes a mudar de rumo. Depois do juízo, depois do exílio, a arquitetura minuciosa dos capítulos anteriores começa a ganhar sentido: um lugar preparado para receber a presença que havia partido.
Há aqui um convite silencioso à esperança. Assim como o profeta é reconduzido ao ponto exato onde tudo pode recomeçar, também nós somos, muitas vezes, levados de volta a lugares de perda para que ali a graça reescreva a história.
O que este versículo diz
Depois de longos capítulos em que o profeta é conduzido por um guia celestial pelas medidas e pátios do novo templo, chega o momento decisivo. Ezequiel é levado de volta ao portão oriental, a mesma direção pela qual, em visões anteriores, ele havia contemplado a glória de Deus se afastar de Jerusalém antes da destruição. A porta que "olha para o oriente" não é um detalhe qualquer: no imaginário bíblico, o nascente é o lado do amanhecer, do recomeço, da luz que rompe as trevas. O leitor atento percebe que algo está prestes a mudar de rumo. Depois do juízo, depois do exílio, a arquitetura minuciosa dos capítulos anteriores começa a ganhar sentido: um lugar preparado para receber a presença que havia partido.
Há aqui um convite silencioso à esperança. Assim como o profeta é reconduzido ao ponto exato onde tudo pode recomeçar, também nós somos, muitas vezes, levados de volta a lugares de perda para que ali a graça reescreva a história.