“Eu fui o olho do cego, como tambem os pés do coxo:”
Ouça Jó 29:15
O que este versículo diz
A metáfora se torna ainda mais concreta e comovente: Jó foi "o olho do cego" e "os pés do coxo". Ele não apenas ajudava os deficientes de longe, mas se colocava no lugar deles, suprindo aquilo que lhes faltava. Ser os olhos de quem não enxerga é guiá-lo com atenção constante; ser os pés de quem não anda é carregá-lo, levá-lo aonde sozinho não chegaria. É uma imagem de solidariedade encarnada, quase física.
O versículo mostra que a compaixão de Jó não era abstrata nem burocrática. Ele se envolvia pessoalmente, tornava-se extensão do corpo do outro para compensar suas limitações. Essa é uma das definições mais bonitas de amor ao próximo que a Escritura oferece. Diante das pessoas frágeis que cruzam nosso caminho, o texto pergunta: estamos dispostos a emprestar nossos olhos, nossos pés, nosso tempo? A verdadeira misericórdia não terceiriza o cuidado; ela se aproxima e assume, em parte, o fardo de quem não consegue caminhar sozinho pela vida.
O que este versículo diz
A metáfora se torna ainda mais concreta e comovente: Jó foi "o olho do cego" e "os pés do coxo". Ele não apenas ajudava os deficientes de longe, mas se colocava no lugar deles, suprindo aquilo que lhes faltava. Ser os olhos de quem não enxerga é guiá-lo com atenção constante; ser os pés de quem não anda é carregá-lo, levá-lo aonde sozinho não chegaria. É uma imagem de solidariedade encarnada, quase física.
O versículo mostra que a compaixão de Jó não era abstrata nem burocrática. Ele se envolvia pessoalmente, tornava-se extensão do corpo do outro para compensar suas limitações. Essa é uma das definições mais bonitas de amor ao próximo que a Escritura oferece. Diante das pessoas frágeis que cruzam nosso caminho, o texto pergunta: estamos dispostos a emprestar nossos olhos, nossos pés, nosso tempo? A verdadeira misericórdia não terceiriza o cuidado; ela se aproxima e assume, em parte, o fardo de quem não consegue caminhar sozinho pela vida.