“Desde longe repetirei a minha opinião; e ao meu Creador atribuirei a justiça.”
Ouça Jó 36:3
O que este versículo diz
Eliú declara que buscará seu conhecimento "de longe" — expressão que muitos entendem como o desejo de recorrer a fontes amplas, à observação vasta do mundo e da experiência, para fundamentar o que dirá. Seu propósito é claro e nobre: "ao meu Criador atribuirei a justiça". Ou seja, tudo o que ele afirmar convergirá para reconhecer que Deus age com retidão.
Essa é a tese que sustenta todo o capítulo: por mais dolorosa que seja a realidade, a justiça pertence a Deus, e cabe ao ser humano confessá-la. É uma convicção que atravessa toda a Escritura — a de que Deus não pode agir contra a própria justiça. O risco, que o livro de Jó explora com profundidade, é transformar essa verdade em fórmula rígida que condena o sofredor. Ainda assim, a intenção de fundo permanece luminosa: quando falamos de Deus, que seja para engrandecer, e não para diminuir, a sua justiça.
O que este versículo diz
Eliú declara que buscará seu conhecimento "de longe" — expressão que muitos entendem como o desejo de recorrer a fontes amplas, à observação vasta do mundo e da experiência, para fundamentar o que dirá. Seu propósito é claro e nobre: "ao meu Criador atribuirei a justiça". Ou seja, tudo o que ele afirmar convergirá para reconhecer que Deus age com retidão.
Essa é a tese que sustenta todo o capítulo: por mais dolorosa que seja a realidade, a justiça pertence a Deus, e cabe ao ser humano confessá-la. É uma convicção que atravessa toda a Escritura — a de que Deus não pode agir contra a própria justiça. O risco, que o livro de Jó explora com profundidade, é transformar essa verdade em fórmula rígida que condena o sofredor. Ainda assim, a intenção de fundo permanece luminosa: quando falamos de Deus, que seja para engrandecer, e não para diminuir, a sua justiça.