“O esplendor de ouro vem do norte: pois em Deus ha uma tremenda magestade.”
Ouça Jó 37:22
O que este versículo diz
Eliú anuncia que "o esplendor de ouro vem do norte", provável referência ao clarear dourado do céu depois da tempestade, e conclui: "em Deus há uma tremenda majestade". O norte, em algumas tradições do Oriente antigo, era associado à morada divina, e o brilho que dali surge torna-se figura da glória do Senhor. A tempestade, que ocupou todo o discurso, agora se resolve em esplendor.
A palavra "majestade" carrega o peso de algo temível e grandioso ao mesmo tempo — o que os estudiosos chamam de mistério tremendo e fascinante do sagrado. Eliú chega ao clímax de sua contemplação: por trás de todos os fenômenos que descreveu, está a majestade de Deus. Para o leitor, o versículo convida a levantar os olhos além dos elementos e reconhecer a glória de Quem os criou. O dourado que rompe as nuvens depois do temporal pode tornar-se, para o coração atento, um lembrete visível de que a majestade divina permanece firme sobre toda tempestade.
O que este versículo diz
Eliú anuncia que "o esplendor de ouro vem do norte", provável referência ao clarear dourado do céu depois da tempestade, e conclui: "em Deus há uma tremenda majestade". O norte, em algumas tradições do Oriente antigo, era associado à morada divina, e o brilho que dali surge torna-se figura da glória do Senhor. A tempestade, que ocupou todo o discurso, agora se resolve em esplendor.
A palavra "majestade" carrega o peso de algo temível e grandioso ao mesmo tempo — o que os estudiosos chamam de mistério tremendo e fascinante do sagrado. Eliú chega ao clímax de sua contemplação: por trás de todos os fenômenos que descreveu, está a majestade de Deus. Para o leitor, o versículo convida a levantar os olhos além dos elementos e reconhecer a glória de Quem os criou. O dourado que rompe as nuvens depois do temporal pode tornar-se, para o coração atento, um lembrete visível de que a majestade divina permanece firme sobre toda tempestade.