Jó 6:25

Jó 6:25
“Oh! quão fortes são as palavras da boa razão! mas que é o que argue a vossa arguição?”
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O que este versículo diz

Jó reconhece o poder de "palavras da boa razão", palavras retas e verdadeiras, que ferem com força quando são justas. Ele não despreza a repreensão honesta; ao contrário, admite que ela tem peso legítimo. Mas então lança a pergunta decisiva: o que, de fato, prova a argumentação dos amigos? Suas censuras têm a força da verdade ou apenas o barulho da acusação? Jó reconhece a validade do argumento reto justamente para negar que o deles o seja.

O versículo distingue com precisão entre a palavra que convence porque é verdadeira e a palavra que só machuca porque é dura. Repreensão eficaz não é a mais severa, mas a mais correta. Jó pede substância, não intensidade. Para nós, é um alerta sobre a qualidade de nossas próprias palavras quando corrigimos alguém. Dureza não é sinônimo de verdade. Antes de repreender, vale perguntar: minhas palavras têm a força da boa razão, ou apenas o volume da minha convicção não comprovada?

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