Aías, Hanã e Anã aproximam a lista de seu encerramento. Os nomes Hanã e Anã, muito próximos na grafia e no som, remetem outra vez à ideia de graça e de resposta à graça. É digno de nota que, entre tantos nomes, poucos evoquem poder, riqueza ou glória militar; a maioria fala de Deus, de sua misericórdia, de sua ação. Isso diz muito sobre a alma daquele povo. Eram gente que, tendo passado pelo exílio, aprendera na dor que a única segurança verdadeira estava no Senhor, e não em impérios, exércitos ou fortunas. Os nomes que davam a seus filhos registravam essa convicção. Talvez o exílio, com toda a sua amargura, tenha ensinado a Israel o que a prosperidade nunca conseguira: a depender de Deus. Também em nossas vidas, muitas vezes são as perdas e os desertos que nos ensinam onde está o fundamento firme. O que a abundância esconde, a escassez revela. Bem-aventurado quem, no meio da provação, aprende a chamar a Deus pelo nome certo.
O que este versículo diz
Aías, Hanã e Anã aproximam a lista de seu encerramento. Os nomes Hanã e Anã, muito próximos na grafia e no som, remetem outra vez à ideia de graça e de resposta à graça. É digno de nota que, entre tantos nomes, poucos evoquem poder, riqueza ou glória militar; a maioria fala de Deus, de sua misericórdia, de sua ação. Isso diz muito sobre a alma daquele povo. Eram gente que, tendo passado pelo exílio, aprendera na dor que a única segurança verdadeira estava no Senhor, e não em impérios, exércitos ou fortunas. Os nomes que davam a seus filhos registravam essa convicção. Talvez o exílio, com toda a sua amargura, tenha ensinado a Israel o que a prosperidade nunca conseguira: a depender de Deus. Também em nossas vidas, muitas vezes são as perdas e os desertos que nos ensinam onde está o fundamento firme. O que a abundância esconde, a escassez revela. Bem-aventurado quem, no meio da provação, aprende a chamar a Deus pelo nome certo.