Oseias 11:2
“Mas, como eles os chamavam, assim se iam da sua face: sacrificavam a baalins, e queimavam incenso às imagens de esculptura.”
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“Mas, como eles os chamavam, assim se iam da sua face: sacrificavam a baalins, e queimavam incenso às imagens de esculptura.”
O que este versículo diz
Ao amor lembrado no versículo anterior responde a ingratidão. Quanto mais os profetas e mensageiros de Deus chamavam o povo à fidelidade, mais ele se afastava, dando as costas àquele que o havia criado. O contraste é doloroso: o pai estende os braços, e o filho corre na direção oposta, buscando os baalins, as divindades cananeias da fertilidade, e queimando incenso diante de imagens esculpidas.
O termo baal significa "senhor" ou "dono", e o culto a essas divindades prometia chuva, colheita e prosperidade por meio de rituais. Israel trocou o Deus vivo, que o libertara, por deuses feitos por mãos humanas. A idolatria, na leitura profética, não é apenas erro religioso, mas infidelidade de um amor. Para nós, o versículo pergunta com franqueza quais são os "baalins" a que recorremos quando buscamos segurança e futuro fora daquele que verdadeiramente nos sustenta, esquecendo-nos de quem primeiro nos chamou.