Rute 2:7
“Disse-me ela: Deixa-me colher espigas, e ajuntal-as entre as gavelas após dos segadores. Assim ela veio, e desde pela manhã está aqui até agora, a não ser um pouco que esteve sentada em casa”
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- Quem falao moço dos segadores
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O que este versículo diz
O relato do capataz completa o retrato de Rute com um detalhe precioso: ela pediu licença educadamente antes de trabalhar e, desde cedo, não parou de se esforçar, tendo descansado apenas um pouco. A jovem não se aproveitou do direito de respigar como quem exige, mas pediu permissão com humildade, mesmo tendo amparo na Lei para estar ali. Sua diligência impressiona os que a observam.
Esse versículo revela como o testemunho silencioso do trabalho bem-feito fala por si. Rute não fez discursos sobre sua fé nem sobre seu sacrifício; simplesmente trabalhou com honestidade e persistência, e isso foi notado. A reputação que a precede diante de Boaz nasceu de atitudes concretas, não de palavras. Há uma lição sóbria aqui: nossa maneira de trabalhar, a pontualidade, o empenho, a cortesia, são também formas de testemunho. Muitas vezes, o modo como cumprimos deveres humildes diz mais sobre nosso caráter do que aquilo que declaramos. A dedicação de Rute abriu portas que ela nem imaginava.