“A terra frutífera em estéril, pela maldade dos que nela habitam.”
Ouça Salmos 107:34
O que este versículo diz
O versículo esclarece uma das causas dessa reversão: Deus transforma "a terra frutífera em estéril, pela maldade dos que nela habitam". A esterilidade da terra é aqui associada à conduta perversa de seus habitantes. Há, no pensamento bíblico, uma ligação profunda entre a moralidade humana e o florescimento da criação; a maldade tem consequências que se estendem ao próprio solo.
Essa conexão aparece em vários lugares da Escritura, e a tradição frequentemente recorda a devastação de terras outrora férteis como sinal de juízo. É preciso, contudo, ler com discernimento: o salmo não oferece uma fórmula mecânica para explicar toda seca ou desastre natural, tampouco autoriza julgamentos apressados sobre os que sofrem calamidades. O que o poeta afirma é um princípio geral: a injustiça e a corrupção humanas ferem também a terra e minam a prosperidade. Para o leitor de hoje, atento às feridas ecológicas do nosso tempo, o versículo ressoa com força inesperada. Há uma responsabilidade moral no modo como habitamos a terra. A maldade não permanece sem efeito; ela empobrece o mundo que Deus confiou aos nossos cuidados.
O que este versículo diz
O versículo esclarece uma das causas dessa reversão: Deus transforma "a terra frutífera em estéril, pela maldade dos que nela habitam". A esterilidade da terra é aqui associada à conduta perversa de seus habitantes. Há, no pensamento bíblico, uma ligação profunda entre a moralidade humana e o florescimento da criação; a maldade tem consequências que se estendem ao próprio solo.
Essa conexão aparece em vários lugares da Escritura, e a tradição frequentemente recorda a devastação de terras outrora férteis como sinal de juízo. É preciso, contudo, ler com discernimento: o salmo não oferece uma fórmula mecânica para explicar toda seca ou desastre natural, tampouco autoriza julgamentos apressados sobre os que sofrem calamidades. O que o poeta afirma é um princípio geral: a injustiça e a corrupção humanas ferem também a terra e minam a prosperidade. Para o leitor de hoje, atento às feridas ecológicas do nosso tempo, o versículo ressoa com força inesperada. Há uma responsabilidade moral no modo como habitamos a terra. A maldade não permanece sem efeito; ela empobrece o mundo que Deus confiou aos nossos cuidados.