“Os rectos o verão, e se alegrarão, e toda a iniquidade tapará a boca.”
Ouça Salmos 107:42
O que este versículo diz
O salmista descreve agora a reação da comunidade diante da libertação do oprimido narrada no verso anterior. Os "retos", isto é, as pessoas de coração íntegro, veem a intervenção de Deus e se alegram, porque a bondade divina para com o fraco confirma aquilo em que confiavam. Não é uma alegria egoísta, mas o júbilo de quem reconhece que a justiça tem a última palavra na história.
A segunda imagem é forte: "toda a iniquidade tapará a boca". A maldade, que costuma acusar, zombar e afirmar que Deus não vê nem age, emudece diante da evidência do resgate. É o silêncio de quem fica sem argumentos. Este contraste entre o cântico dos justos e o mutismo da injustiça atravessa boa parte da poesia bíblica. Para nós, é consolo e também exame de consciência: quando presenciamos Deus levantando o humilde, somos convidados a nos alegrar com sinceridade, e a deixar calar em nós toda voz interior que duvida ou despreza a graça alheia.
O que este versículo diz
O salmista descreve agora a reação da comunidade diante da libertação do oprimido narrada no verso anterior. Os "retos", isto é, as pessoas de coração íntegro, veem a intervenção de Deus e se alegram, porque a bondade divina para com o fraco confirma aquilo em que confiavam. Não é uma alegria egoísta, mas o júbilo de quem reconhece que a justiça tem a última palavra na história.
A segunda imagem é forte: "toda a iniquidade tapará a boca". A maldade, que costuma acusar, zombar e afirmar que Deus não vê nem age, emudece diante da evidência do resgate. É o silêncio de quem fica sem argumentos. Este contraste entre o cântico dos justos e o mutismo da injustiça atravessa boa parte da poesia bíblica. Para nós, é consolo e também exame de consciência: quando presenciamos Deus levantando o humilde, somos convidados a nos alegrar com sinceridade, e a deixar calar em nós toda voz interior que duvida ou despreza a graça alheia.