“Vou-me como a sombra que declina; sou sacudido como o gafanhoto.”
Ouça Salmos 109:23
O que este versículo diz
Duas imagens delicadas traduzem a fragilidade do salmista. Ele se vai "como a sombra que declina", a sombra que se alonga e some ao entardecer, prestes a desaparecer com o fim do dia. E se sente "sacudido como o gafanhoto", inseto leve que o vento arremessa de um lado para o outro, sem peso nem controle sobre o próprio destino. Ambas as figuras expressam a sensação de que a vida está se esvaindo e de que ele não tem domínio sobre o que lhe acontece.
Essas metáforas da vida como sombra passageira percorrem toda a Escritura, dos Salmos a Jó, lembrando a brevidade e a fragilidade da existência humana. O salmista, esgotado pela perseguição, sente essa transitoriedade na própria pele. Para o leitor, o versículo é ao mesmo tempo espelho e consolo. Espelho, porque também nós somos passageiros como a sombra; consolo, porque essa consciência da fragilidade, longe de levar ao desespero, conduz o salmista a se lançar ainda mais em Deus, o único que permanece quando tudo em nós declina.
O que este versículo diz
Duas imagens delicadas traduzem a fragilidade do salmista. Ele se vai "como a sombra que declina", a sombra que se alonga e some ao entardecer, prestes a desaparecer com o fim do dia. E se sente "sacudido como o gafanhoto", inseto leve que o vento arremessa de um lado para o outro, sem peso nem controle sobre o próprio destino. Ambas as figuras expressam a sensação de que a vida está se esvaindo e de que ele não tem domínio sobre o que lhe acontece.
Essas metáforas da vida como sombra passageira percorrem toda a Escritura, dos Salmos a Jó, lembrando a brevidade e a fragilidade da existência humana. O salmista, esgotado pela perseguição, sente essa transitoriedade na própria pele. Para o leitor, o versículo é ao mesmo tempo espelho e consolo. Espelho, porque também nós somos passageiros como a sombra; consolo, porque essa consciência da fragilidade, longe de levar ao desespero, conduz o salmista a se lançar ainda mais em Deus, o único que permanece quando tudo em nós declina.