“Folgo com a tua palavra, como aquele que acha um grande despojo.”
Ouça Salmos 119:162
O que este versículo diz
Dando sequência à estrofe, o salmista revela sua reação diante da palavra de Deus: alegria. A imagem é vívida e propositalmente cotidiana, tirada da experiência antiga da guerra e do comércio. Quem encontrava um "grande despojo", um butim inesperado e abundante, transbordava de contentamento por uma riqueza súbita que mudava sua vida. É exatamente esse tipo de júbilo que a palavra desperta nele. No versículo anterior, os príncipes o perseguiam; aqui, apesar da perseguição, ele não se sente empobrecido, e sim rico, porque possui algo que ninguém pode roubar.
O ensino é delicado e desafiador. Muitas vezes tratamos a Escritura como dever, obrigação ou fonte de culpa; o salmista a trata como tesouro descoberto. Vale perguntar honestamente se ainda nos alegramos com a palavra ou se a lemos por rotina. A alegria genuína não se fabrica por esforço, mas nasce de perceber o valor real do que temos nas mãos quando abrimos as Escrituras.
O que este versículo diz
Dando sequência à estrofe, o salmista revela sua reação diante da palavra de Deus: alegria. A imagem é vívida e propositalmente cotidiana, tirada da experiência antiga da guerra e do comércio. Quem encontrava um "grande despojo", um butim inesperado e abundante, transbordava de contentamento por uma riqueza súbita que mudava sua vida. É exatamente esse tipo de júbilo que a palavra desperta nele. No versículo anterior, os príncipes o perseguiam; aqui, apesar da perseguição, ele não se sente empobrecido, e sim rico, porque possui algo que ninguém pode roubar.
O ensino é delicado e desafiador. Muitas vezes tratamos a Escritura como dever, obrigação ou fonte de culpa; o salmista a trata como tesouro descoberto. Vale perguntar honestamente se ainda nos alegramos com a palavra ou se a lemos por rotina. A alegria genuína não se fabrica por esforço, mas nasce de perceber o valor real do que temos nas mãos quando abrimos as Escrituras.