“Pois comerás do trabalho das tuas mãos: feliz serás, e te irá bem”
Ouça Salmos 128:2
O que este versículo diz
Continuando a bem-aventurança do versículo anterior, o salmista agora descreve o que significa concretamente ser feliz. "Comerás do trabalho das tuas mãos" evoca a dignidade e a alegria de colher o fruto do próprio esforço. Num tempo em que guerras, dívidas ou injustiças muitas vezes tomavam de alguém aquilo que havia plantado, poder desfrutar do próprio labor era sinal de paz e de bênção. O trabalho não aparece aqui como maldição, mas como espaço onde a graça de Deus se manifesta.
É preciso, porém, ler esta promessa com honestidade: a Escritura não ensina que os fiéis jamais sofrerão privação, pois o próprio livro de Jó e muitos salmos reconhecem o sofrimento do justo. O que se afirma é uma orientação geral da vida sob o temor de Deus, um horizonte de bênção. Para nós, permanece o convite a receber o pão de cada dia com gratidão, reconhecendo que mesmo o fruto das nossas mãos é, no fundo, dom recebido.
O que este versículo diz
Continuando a bem-aventurança do versículo anterior, o salmista agora descreve o que significa concretamente ser feliz. "Comerás do trabalho das tuas mãos" evoca a dignidade e a alegria de colher o fruto do próprio esforço. Num tempo em que guerras, dívidas ou injustiças muitas vezes tomavam de alguém aquilo que havia plantado, poder desfrutar do próprio labor era sinal de paz e de bênção. O trabalho não aparece aqui como maldição, mas como espaço onde a graça de Deus se manifesta.
É preciso, porém, ler esta promessa com honestidade: a Escritura não ensina que os fiéis jamais sofrerão privação, pois o próprio livro de Jó e muitos salmos reconhecem o sofrimento do justo. O que se afirma é uma orientação geral da vida sob o temor de Deus, um horizonte de bênção. Para nós, permanece o convite a receber o pão de cada dia com gratidão, reconhecendo que mesmo o fruto das nossas mãos é, no fundo, dom recebido.