“Louvae ao Senhor dos senhores; porque a sua benignidade dura para sempre.”
Ouça Salmos 136:3
O que este versículo diz
Depois de "Deus dos deuses", o salmo eleva um segundo título: "Senhor dos senhores". Se o verso anterior tratava da esfera do sagrado, este alcança a esfera do poder humano e político. Reis, impérios e autoridades passam pela história, mas todos permanecem súditos daquele que reina sem rival. A repetição desses grandes títulos nos três primeiros versos forma uma espécie de coroa introdutória: o Senhor é bom, é supremo entre os deuses e é soberano entre os senhores.
A expressão reaparecerá no Novo Testamento aplicada de modo semelhante, o que mostra quanto essa linguagem marcou a fé bíblica. O ponto devocional é sóbrio e libertador: nenhum poder terreno tem a última palavra sobre a sua vida. Diante de chefes, governos ou circunstâncias que parecem esmagadoras, o crente pode respirar sabendo que há um Senhor acima de todos os senhores, e que esse Senhor governa movido por uma benignidade que não termina.
O que este versículo diz
Depois de "Deus dos deuses", o salmo eleva um segundo título: "Senhor dos senhores". Se o verso anterior tratava da esfera do sagrado, este alcança a esfera do poder humano e político. Reis, impérios e autoridades passam pela história, mas todos permanecem súditos daquele que reina sem rival. A repetição desses grandes títulos nos três primeiros versos forma uma espécie de coroa introdutória: o Senhor é bom, é supremo entre os deuses e é soberano entre os senhores.
A expressão reaparecerá no Novo Testamento aplicada de modo semelhante, o que mostra quanto essa linguagem marcou a fé bíblica. O ponto devocional é sóbrio e libertador: nenhum poder terreno tem a última palavra sobre a sua vida. Diante de chefes, governos ou circunstâncias que parecem esmagadoras, o crente pode respirar sabendo que há um Senhor acima de todos os senhores, e que esse Senhor governa movido por uma benignidade que não termina.