“Louvae-o com os címbalos sonoros, louvae-o com címbalos altisonantes.”
Ouça Salmos 150:5
O que este versículo diz
O crescendo chega ao ponto mais alto com os címbalos, pratos de metal que, ao se chocarem, produziam o som mais retumbante de toda a lista. O salmista os menciona duas vezes, distinguindo os "címbalos sonoros" dos "címbalos altissonantes", como que sublinhando a intensidade máxima que o louvor pode alcançar. É o clímax do estrondo festivo, o momento em que toda a orquestra ressoa junta.
Depois de percorrer sopro, cordas e percussão, o quadro está completo: nenhum recurso musical fica de fora. Há uma pedagogia nisso. O louvor que começou solene com a trombeta termina exuberante com os pratos que retinem, mostrando que diante de Deus não precisamos medir a alegria com avareza. Para nós, o convite é não guardar para depois a gratidão nem reduzi-la a um murmúrio tímido. Assim como a música sobe até o seu ápice, também o coração pode se entregar por inteiro ao reconhecimento de quem nos sustenta a cada dia.
O que este versículo diz
O crescendo chega ao ponto mais alto com os címbalos, pratos de metal que, ao se chocarem, produziam o som mais retumbante de toda a lista. O salmista os menciona duas vezes, distinguindo os "címbalos sonoros" dos "címbalos altissonantes", como que sublinhando a intensidade máxima que o louvor pode alcançar. É o clímax do estrondo festivo, o momento em que toda a orquestra ressoa junta.
Depois de percorrer sopro, cordas e percussão, o quadro está completo: nenhum recurso musical fica de fora. Há uma pedagogia nisso. O louvor que começou solene com a trombeta termina exuberante com os pratos que retinem, mostrando que diante de Deus não precisamos medir a alegria com avareza. Para nós, o convite é não guardar para depois a gratidão nem reduzi-la a um murmúrio tímido. Assim como a música sobe até o seu ápice, também o coração pode se entregar por inteiro ao reconhecimento de quem nos sustenta a cada dia.