Este é o mais breve dos versículos que descrevem a voz do Senhor, e talvez por isso o mais fulgurante. Depois do trovão e do estremecer das montanhas, vem o relâmpago: "a voz do Senhor separa as labaredas do fogo", como se a palavra divina lavrasse o céu com raios que fendem a escuridão. A tempestade está agora em seu auge, com som e luz manifestando o poder de Deus.
Algumas traduções entendem que a voz "lança" ou "faz brotar" chamas de fogo, imagem do relâmpago que rasga o horizonte. Em qualquer leitura, o fogo aparece como servo obediente da palavra, não como força autônoma. Para a meditação, vale lembrar que ao longo da Escritura o fogo acompanha as grandes manifestações de Deus, da sarça ardente ao Sinai. Ele purifica e ilumina tanto quanto amedronta. Que aprendamos a ver, mesmo nos clarões que nos assustam, a mão de um Deus que fala e cujo poder jamais escapa ao seu domínio.
O que este versículo diz
Este é o mais breve dos versículos que descrevem a voz do Senhor, e talvez por isso o mais fulgurante. Depois do trovão e do estremecer das montanhas, vem o relâmpago: "a voz do Senhor separa as labaredas do fogo", como se a palavra divina lavrasse o céu com raios que fendem a escuridão. A tempestade está agora em seu auge, com som e luz manifestando o poder de Deus.
Algumas traduções entendem que a voz "lança" ou "faz brotar" chamas de fogo, imagem do relâmpago que rasga o horizonte. Em qualquer leitura, o fogo aparece como servo obediente da palavra, não como força autônoma. Para a meditação, vale lembrar que ao longo da Escritura o fogo acompanha as grandes manifestações de Deus, da sarça ardente ao Sinai. Ele purifica e ilumina tanto quanto amedronta. Que aprendamos a ver, mesmo nos clarões que nos assustam, a mão de um Deus que fala e cujo poder jamais escapa ao seu domínio.