“E assim a minha língua falará da tua justiça e do teu louvor todo o dia. ”
Ouça Salmos 35:28
O que este versículo diz
O salmo se encerra como um voto de louvor permanente. Depois de toda a angústia, das acusações falsas, das zombarias e do clamor impaciente, a última palavra do orante não é sobre os inimigos, mas sobre Deus: "a minha língua falará da tua justiça e do teu louvor todo o dia". A mesma língua que fora alvo de calúnias alheias se dedicará agora a proclamar a bondade de Deus.
Dois temas coroam o salmo: a "justiça" de Deus, tão pedida ao longo do texto, e o "louvor" que dela nasce. E há a nota da continuidade, "todo o dia", indicando que a gratidão não será momentânea, mas um hábito de vida. Para o leitor de hoje, este final oferece um modelo de como atravessar as provações sem que elas nos amarguem. O salmo nos leva da súplica ferida ao louvor constante, mostrando que o destino de quem confia em Deus não é ficar preso à queixa, mas desembocar, cedo ou tarde, no reconhecimento agradecido daquele que faz justiça e salva.
O que este versículo diz
O salmo se encerra como um voto de louvor permanente. Depois de toda a angústia, das acusações falsas, das zombarias e do clamor impaciente, a última palavra do orante não é sobre os inimigos, mas sobre Deus: "a minha língua falará da tua justiça e do teu louvor todo o dia". A mesma língua que fora alvo de calúnias alheias se dedicará agora a proclamar a bondade de Deus.
Dois temas coroam o salmo: a "justiça" de Deus, tão pedida ao longo do texto, e o "louvor" que dela nasce. E há a nota da continuidade, "todo o dia", indicando que a gratidão não será momentânea, mas um hábito de vida. Para o leitor de hoje, este final oferece um modelo de como atravessar as provações sem que elas nos amarguem. O salmo nos leva da súplica ferida ao louvor constante, mostrando que o destino de quem confia em Deus não é ficar preso à queixa, mas desembocar, cedo ou tarde, no reconhecimento agradecido daquele que faz justiça e salva.