“Puz por vestido um saco, e me fiz um provérbio para eles.”
Ouça Salmos 69:11
O que este versículo diz
O salmista relata que vestiu "saco" — o pano áspero de luto e penitência usado em Israel para expressar dor e arrependimento — e que, por isso, virou "provérbio" para os outros, ou seja, tornou-se assunto de escárnio, um exemplo negativo na boca do povo. Mais uma vez, um gesto sincero de humilhação diante de Deus foi convertido em motivo de deboche.
O vestir de saco era, na cultura bíblica, sinal reconhecido de aflição e de súplica; profetas e reis o usaram em momentos de crise. Que justamente esse sinal de humildade se tornasse alvo de chacota mostra o quanto os inimigos do salmista estavam distantes de qualquer sensibilidade espiritual. Para o leitor, o versículo continua a lição anterior. Quando decidimos nos humilhar diante de Deus, nem sempre colhemos respeito; às vezes colhemos apelidos e comentários maldosos. O salmo dignifica quem já foi transformado em "provérbio" pela própria fé, lembrando que o julgamento dos zombadores não é a palavra final sobre nós.
O que este versículo diz
O salmista relata que vestiu "saco" — o pano áspero de luto e penitência usado em Israel para expressar dor e arrependimento — e que, por isso, virou "provérbio" para os outros, ou seja, tornou-se assunto de escárnio, um exemplo negativo na boca do povo. Mais uma vez, um gesto sincero de humilhação diante de Deus foi convertido em motivo de deboche.
O vestir de saco era, na cultura bíblica, sinal reconhecido de aflição e de súplica; profetas e reis o usaram em momentos de crise. Que justamente esse sinal de humildade se tornasse alvo de chacota mostra o quanto os inimigos do salmista estavam distantes de qualquer sensibilidade espiritual. Para o leitor, o versículo continua a lição anterior. Quando decidimos nos humilhar diante de Deus, nem sempre colhemos respeito; às vezes colhemos apelidos e comentários maldosos. O salmo dignifica quem já foi transformado em "provérbio" pela própria fé, lembrando que o julgamento dos zombadores não é a palavra final sobre nós.