“Todavia estou de continuo contigo; tu me sustentaste pela minha mão direita.”
Ouça Salmos 73:23
O que este versículo diz
Aqui brota a mais bela virada do salmo, introduzida pela palavra "todavia". Mesmo tendo se embrutecido, mesmo tendo quase escorregado, o salmista descobre uma verdade que muda tudo: ele esteve "de contínuo" com Deus. E, mais surpreendente, foi Deus quem o sustentou "pela mão direita", segurando-o firme durante todo o tempo em que ele cambaleava.
Esta é a descoberta central: enquanto o salmista se afligia por sentir-se distante e desamparado, Deus nunca soltara sua mão. A fidelidade que o salvou não foi a dele, mas a de Deus. Que consolo imenso para o leitor: nos momentos em que achamos que estávamos por um fio, longe da presença divina, talvez estivéssemos sendo carregados justamente por essa presença. A fé não se sustenta pela força do nosso aperto na mão de Deus, mas pela firmeza com que ele aperta a nossa. Mesmo nossos tropeços aconteceram dentro da segurança dessa mão que não nos largou.
O que este versículo diz
Aqui brota a mais bela virada do salmo, introduzida pela palavra "todavia". Mesmo tendo se embrutecido, mesmo tendo quase escorregado, o salmista descobre uma verdade que muda tudo: ele esteve "de contínuo" com Deus. E, mais surpreendente, foi Deus quem o sustentou "pela mão direita", segurando-o firme durante todo o tempo em que ele cambaleava.
Esta é a descoberta central: enquanto o salmista se afligia por sentir-se distante e desamparado, Deus nunca soltara sua mão. A fidelidade que o salvou não foi a dele, mas a de Deus. Que consolo imenso para o leitor: nos momentos em que achamos que estávamos por um fio, longe da presença divina, talvez estivéssemos sendo carregados justamente por essa presença. A fé não se sustenta pela força do nosso aperto na mão de Deus, mas pela firmeza com que ele aperta a nossa. Mesmo nossos tropeços aconteceram dentro da segurança dessa mão que não nos largou.