“Todavia lisongeavam-no com a boca, e com a língua lhe mentiam.”
Ouça Salmos 78:36
O que este versículo diz
O salmista desmascara a fragilidade daquela busca aparente: "lisonjeavam-no com a boca, e com a língua lhe mentiam". A conversão do povo na aflição era só de lábios. Falavam a Deus palavras bonitas, faziam promessas, professavam fé — mas era tudo superfície, sem correspondência no coração. A palavra "lisonja" sugere elogio interesseiro, feito para agradar e obter algo, não para render-se de verdade.
O contraste com o versículo anterior é forte. Chamavam Deus de rocha e Redentor, mas com uma língua que mentia. É o retrato da religiosidade vazia, que usa a linguagem correta sem a entrega verdadeira. Para o leitor de hoje, o alerta é penetrante. É possível dizer as orações certas, cantar os louvores devidos e, no fundo, o coração continuar distante. Deus, que vê o interior, não se contenta com palavras. O salmo nos convida a examinar a sinceridade da nossa devoção: nossas palavras a Deus nascem de um coração rendido ou são apenas fórmulas ditas por hábito ou por interesse? A boca pode enganar; o coração, diante de Deus, não engana.
O que este versículo diz
O salmista desmascara a fragilidade daquela busca aparente: "lisonjeavam-no com a boca, e com a língua lhe mentiam". A conversão do povo na aflição era só de lábios. Falavam a Deus palavras bonitas, faziam promessas, professavam fé — mas era tudo superfície, sem correspondência no coração. A palavra "lisonja" sugere elogio interesseiro, feito para agradar e obter algo, não para render-se de verdade.
O contraste com o versículo anterior é forte. Chamavam Deus de rocha e Redentor, mas com uma língua que mentia. É o retrato da religiosidade vazia, que usa a linguagem correta sem a entrega verdadeira. Para o leitor de hoje, o alerta é penetrante. É possível dizer as orações certas, cantar os louvores devidos e, no fundo, o coração continuar distante. Deus, que vê o interior, não se contenta com palavras. O salmo nos convida a examinar a sinceridade da nossa devoção: nossas palavras a Deus nascem de um coração rendido ou são apenas fórmulas ditas por hábito ou por interesse? A boca pode enganar; o coração, diante de Deus, não engana.