“Porque o Senhor é a nossa defeza, e o Santo de Israel o nosso Rei.”
Ouça Salmos 89:18
O que este versículo diz
Encerrando a primeira grande seção de louvor, o salmista faz duas afirmações que resumem a segurança do povo. Deus é "a nossa defesa" — literalmente, o escudo que protege — e o "Santo de Israel" é o Rei. Este último título, muito caro ao profeta Isaías, une santidade e proximidade: o Deus absolutamente puro e separado é também aquele que se vincula a um povo concreto como seu soberano.
Dizer que o Senhor é o verdadeiro Rei prepara habilmente a transição para os versículos seguintes, sobre o rei humano Davi. O rei terreno só reina porque o Rei celeste o estabelece; sua autoridade é sempre derivada. Para o leitor, há um duplo consolo: temos em Deus proteção (o escudo) e governo (o Rei). Não estamos desamparados nem sem direção. Numa vida marcada por inseguranças e pela busca de lideranças confiáveis, o salmo aponta para aquele cuja proteção não falha e cujo reinado é justo. Reconhecê-lo como Rei é encontrar, ao mesmo tempo, abrigo e sentido.
O que este versículo diz
Encerrando a primeira grande seção de louvor, o salmista faz duas afirmações que resumem a segurança do povo. Deus é "a nossa defesa" — literalmente, o escudo que protege — e o "Santo de Israel" é o Rei. Este último título, muito caro ao profeta Isaías, une santidade e proximidade: o Deus absolutamente puro e separado é também aquele que se vincula a um povo concreto como seu soberano.
Dizer que o Senhor é o verdadeiro Rei prepara habilmente a transição para os versículos seguintes, sobre o rei humano Davi. O rei terreno só reina porque o Rei celeste o estabelece; sua autoridade é sempre derivada. Para o leitor, há um duplo consolo: temos em Deus proteção (o escudo) e governo (o Rei). Não estamos desamparados nem sem direção. Numa vida marcada por inseguranças e pela busca de lideranças confiáveis, o salmo aponta para aquele cuja proteção não falha e cujo reinado é justo. Reconhecê-lo como Rei é encontrar, ao mesmo tempo, abrigo e sentido.