Este breve versículo esclarece a origem da confusão. A "persuasão" que estava seduzindo os gálatas, isto é, o argumento convincente de que precisavam da circuncisão e da Lei, não procede de Deus. Paulo usa a expressão "aquele que vos chamou" para lembrar quem realmente iniciou a relação deles com o evangelho. Foi Deus quem os chamou pela graça, e não seria coerente que agora Ele os empurrasse de volta a um sistema de exigências.
Há aqui um critério simples e profundo de discernimento: aquilo que contradiz o chamado gracioso de Deus não vem d'Ele, por mais persuasivo que pareça. A palavra traduzida por "persuasão" tem sonoridade próxima à de "obediência" no versículo anterior, num jogo sutil que contrasta a verdadeira obediência com a falsa convicção. Para o leitor, fica um princípio útil: nem todo argumento religioso convincente é de Deus. É preciso avaliar se ele conduz de volta à graça do chamado ou nos afasta dela rumo ao medo e ao mérito.
O que este versículo diz
Este breve versículo esclarece a origem da confusão. A "persuasão" que estava seduzindo os gálatas, isto é, o argumento convincente de que precisavam da circuncisão e da Lei, não procede de Deus. Paulo usa a expressão "aquele que vos chamou" para lembrar quem realmente iniciou a relação deles com o evangelho. Foi Deus quem os chamou pela graça, e não seria coerente que agora Ele os empurrasse de volta a um sistema de exigências.
Há aqui um critério simples e profundo de discernimento: aquilo que contradiz o chamado gracioso de Deus não vem d'Ele, por mais persuasivo que pareça. A palavra traduzida por "persuasão" tem sonoridade próxima à de "obediência" no versículo anterior, num jogo sutil que contrasta a verdadeira obediência com a falsa convicção. Para o leitor, fica um princípio útil: nem todo argumento religioso convincente é de Deus. É preciso avaliar se ele conduz de volta à graça do chamado ou nos afasta dela rumo ao medo e ao mérito.