Lucas 15:32

Lucas 15:32
“Portanto era justo alegrarmo-nos e folgarmos, porque este teu irmão era morto, e reviveu; e tinha-se perdido, e achou-se. ”
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O que este versículo diz

A parábola — e o capítulo inteiro — termina não com uma conclusão fechada, mas com um apelo em aberto. O pai reafirma o refrão que ecoa nas três histórias: "este teu irmão era morto, e reviveu; tinha-se perdido, e achou-se". E, de propósito, corrige a linguagem do filho: onde o mais velho dissera "este teu filho", o pai insiste em "este teu irmão", devolvendo-lhe o vínculo que ele negara. Alegrar-se, diz o pai, não era opção, mas dever de justiça: "era justo alegrarmo-nos".

Jesus não nos conta se o irmão mais velho entrou na festa. O silêncio é intencional, pois a pergunta é dirigida aos fariseus e escribas do versículo 2 — e a cada leitor. Diante da misericórdia que Deus derrama sobre os que estavam perdidos, entraremos na alegria do Pai ou ficaremos do lado de fora, presos ao ressentimento? Todo o capítulo, das ovelhas às moedas e aos dois filhos, converge para este convite: o Céu festeja quem volta, e nós somos chamados a festejar junto. A porta permanece aberta.

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