A oração de Jesus continua com uma entrega serena: "Sim, ó Pai, porque assim te aprouve". É um repouso da vontade humana na vontade divina. Jesus não exige explicações sobre por que o Reino se esconde dos soberbos e se revela aos simples; ele acolhe o desígnio do Pai como bom, mesmo quando misterioso. O verbo "aprouve" indica o beneplácito, a livre e amorosa decisão de Deus.
Há uma beleza profunda nessa breve frase. Ela mostra o coração do próprio Filho: sua alegria está em que a vontade do Pai se cumpra, não em impor a sua. Longe de resignação passiva, é confiança ativa em que os caminhos de Deus são sábios e bons. Para o leitor de hoje, este versículo ensina a mais difícil das orações — a que abre mão do controle e diz sim ao querer de Deus. Quando não entendemos por que as coisas acontecem de certo modo, podemos ao menos repousar na convicção de que ao Pai assim aprouve, e que seu agrado é sempre nosso bem.
O que este versículo diz
A oração de Jesus continua com uma entrega serena: "Sim, ó Pai, porque assim te aprouve". É um repouso da vontade humana na vontade divina. Jesus não exige explicações sobre por que o Reino se esconde dos soberbos e se revela aos simples; ele acolhe o desígnio do Pai como bom, mesmo quando misterioso. O verbo "aprouve" indica o beneplácito, a livre e amorosa decisão de Deus.
Há uma beleza profunda nessa breve frase. Ela mostra o coração do próprio Filho: sua alegria está em que a vontade do Pai se cumpra, não em impor a sua. Longe de resignação passiva, é confiança ativa em que os caminhos de Deus são sábios e bons. Para o leitor de hoje, este versículo ensina a mais difícil das orações — a que abre mão do controle e diz sim ao querer de Deus. Quando não entendemos por que as coisas acontecem de certo modo, podemos ao menos repousar na convicção de que ao Pai assim aprouve, e que seu agrado é sempre nosso bem.