Ao voltar de manhã para a cidade, Jesus sente fome. O detalhe, breve mas concreto, sublinha a plena humanidade daquele que é aclamado como rei e reconhecido em sua dignidade divina. O mesmo que purificou o templo e curou os enfermos experimenta a necessidade comum de qualquer pessoa: tem fome. Mateus não teme mostrar Jesus assim, próximo e real, sujeito às fragilidades do corpo.
Esse pequeno traço prepara a cena da figueira que se segue, mas por si só já carrega uma lição de consolo. O Deus que se aproxima de nós em Cristo não é distante nem alheio às nossas carências. Ele conheceu a fome, o cansaço, a sede, tudo o que nos pesa. Por isso podemos nos aproximar dele com confiança, sabendo que compreende de dentro a condição humana. Nossas necessidades cotidianas, longe de serem indignas da fé, foram assumidas por aquele que quis partilhar conosco a vida em sua concretude. A fome de Jesus nos lembra que a graça não despreza o corpo, mas o abraça.
O que este versículo diz
Ao voltar de manhã para a cidade, Jesus sente fome. O detalhe, breve mas concreto, sublinha a plena humanidade daquele que é aclamado como rei e reconhecido em sua dignidade divina. O mesmo que purificou o templo e curou os enfermos experimenta a necessidade comum de qualquer pessoa: tem fome. Mateus não teme mostrar Jesus assim, próximo e real, sujeito às fragilidades do corpo.
Esse pequeno traço prepara a cena da figueira que se segue, mas por si só já carrega uma lição de consolo. O Deus que se aproxima de nós em Cristo não é distante nem alheio às nossas carências. Ele conheceu a fome, o cansaço, a sede, tudo o que nos pesa. Por isso podemos nos aproximar dele com confiança, sabendo que compreende de dentro a condição humana. Nossas necessidades cotidianas, longe de serem indignas da fé, foram assumidas por aquele que quis partilhar conosco a vida em sua concretude. A fome de Jesus nos lembra que a graça não despreza o corpo, mas o abraça.