“Dizei: Vieram de noite os seus discípulos e, dormindo nós, o furtaram;”
Ouça Mateus 28:13
O que este versículo diz
A versão fabricada pelas autoridades é, no fundo, uma confissão involuntária. Para explicar o túmulo vazio, precisam admitir justamente que ele está vazio — o corpo não está mais lá. A história do furto tenta dar outra causa ao mesmo fato inegável. Mateus, ao registrá-la, mostra que já naquele tempo o sepulcro vazio era reconhecido até pelos adversários; o que se disputava era a explicação.
A fragilidade da alegação salta aos olhos: "dormindo nós, o furtaram". Ninguém pode testemunhar com credibilidade sobre algo que teria acontecido enquanto dormia. Um guarda que confessa ter adormecido em serviço não é testemunha confiável, e sim réu. A explicação se desmonta por dentro. Para o leitor, há uma lição sobre a natureza das desculpas que inventamos para não encarar a verdade de Deus: costumam ser incoerentes, sustentadas mais pela vontade de não crer do que pela força dos argumentos. A verdade, mesmo silenciada, deixa rastros que a mentira não consegue apagar.
O que este versículo diz
A versão fabricada pelas autoridades é, no fundo, uma confissão involuntária. Para explicar o túmulo vazio, precisam admitir justamente que ele está vazio — o corpo não está mais lá. A história do furto tenta dar outra causa ao mesmo fato inegável. Mateus, ao registrá-la, mostra que já naquele tempo o sepulcro vazio era reconhecido até pelos adversários; o que se disputava era a explicação.
A fragilidade da alegação salta aos olhos: "dormindo nós, o furtaram". Ninguém pode testemunhar com credibilidade sobre algo que teria acontecido enquanto dormia. Um guarda que confessa ter adormecido em serviço não é testemunha confiável, e sim réu. A explicação se desmonta por dentro. Para o leitor, há uma lição sobre a natureza das desculpas que inventamos para não encarar a verdade de Deus: costumam ser incoerentes, sustentadas mais pela vontade de não crer do que pela força dos argumentos. A verdade, mesmo silenciada, deixa rastros que a mentira não consegue apagar.