“E eis que alguns dos escribas diziam entre si: Ele blasfema.”
Ouça Mateus 9:3
O que este versículo diz
A reação dos escribas é imediata e silenciosa, apenas "entre si": "Ele blasfema". A objeção não é irracional. Na fé de Israel, somente Deus pode perdoar pecados, pois todo pecado é, em última instância, ofensa a Deus. Ao pronunciar o perdão em nome próprio, Jesus reivindica algo que pertence exclusivamente ao Senhor, e os mestres da Lei percebem exatamente isso. O conflito que atravessará todo o Evangelho começa a se desenhar aqui, não por causa de curas, mas por causa da identidade que Jesus assume.
O detalhe de que "diziam entre si" mostra que o coração humano guarda julgamentos que a boca ainda não pronunciou. Nem sempre a resistência a Deus é escândalo público; muitas vezes é uma murmuração interior, uma dúvida que preferimos não confessar. Vale examinar quais "blasfêmias" caladas moram em nós, quais reservas mantemos diante de Cristo sem coragem de trazê-las à luz e ao diálogo sincero da oração.
O que este versículo diz
A reação dos escribas é imediata e silenciosa, apenas "entre si": "Ele blasfema". A objeção não é irracional. Na fé de Israel, somente Deus pode perdoar pecados, pois todo pecado é, em última instância, ofensa a Deus. Ao pronunciar o perdão em nome próprio, Jesus reivindica algo que pertence exclusivamente ao Senhor, e os mestres da Lei percebem exatamente isso. O conflito que atravessará todo o Evangelho começa a se desenhar aqui, não por causa de curas, mas por causa da identidade que Jesus assume.
O detalhe de que "diziam entre si" mostra que o coração humano guarda julgamentos que a boca ainda não pronunciou. Nem sempre a resistência a Deus é escândalo público; muitas vezes é uma murmuração interior, uma dúvida que preferimos não confessar. Vale examinar quais "blasfêmias" caladas moram em nós, quais reservas mantemos diante de Cristo sem coragem de trazê-las à luz e ao diálogo sincero da oração.