Rispa

Concubina do rei Saul, lembrada por velar sobre os corpos de seus filhos executados.

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Rispa, filha de Aiá, foi concubina do rei Saul e protagonista de um dos gestos mais tocantes de dor materna narrados no Antigo Testamento.
Rispa é apresentada em 2 Samuel 3 como concubina de Saul; a acusação de Isbosete de que Abner se aproximara dela desencadeou a ruptura entre ambos e a passagem de Abner para o lado de Davi. Mais adiante, em 2 Samuel 21, sete descendentes de Saul foram entregues aos gibeonitas e executados, entre eles os dois filhos de Rispa, Armoni e Mefibosete.

Diante dos corpos expostos, Rispa estendeu um pano de saco sobre a rocha e ali permaneceu, do início da colheita até caírem as chuvas, afastando de dia as aves e de noite os animais, para que não profanassem os mortos. Ao saber do gesto, Davi mandou recolher e sepultar dignamente aqueles ossos, junto com os de Saul e Jônatas. A fidelidade silenciosa de Rispa tornou-se imagem do amor que não abandona os seus.

Onde aparece na Bíblia

Citado em 4 versículo(s)

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