1 Reis 7:15
“Porque formou duas colunas de cobre: a altura de cada coluna era de dezoito côvados, e um fio de doze côvados cercava cada uma das colunas.”
Ouça 1 Reis 7:15
“Porque formou duas colunas de cobre: a altura de cada coluna era de dezoito côvados, e um fio de doze côvados cercava cada uma das colunas.”
O que este versículo diz
Começa a descrição das grandes peças de bronze, e a primeira são duas colunas colossais, de dezoito côvados de altura — algo em torno de oito ou nove metros — envolvidas por um cordão de doze côvados, que indica sua circunferência. Fundir e erguer colunas de bronze dessa magnitude era uma das mais impressionantes façanhas metalúrgicas do mundo antigo, e explica por que se buscou um mestre do porte de Hirão.
Essas colunas ficariam à entrada do Templo, e sua função parece ter sido mais simbólica que estrutural: monumentos que marcavam o limiar do espaço sagrado. Ao cruzar entre elas, quem entrava era lembrado de que adentrava um lugar diferente, separado para Deus. Todo espaço santo precisa de limiares que preparem o coração. Também em nossa vida devocional é bom ter marcos que sinalizam a passagem do comum para o sagrado — um gesto, um silêncio, um lugar de oração. Esses umbrais nos ajudam a deixar do lado de fora a pressa e a distração, e a entrar com reverência na presença.