Deuteronômio 22:7
“Deixarás ir livremente a mãe, e os filhos tomarás para ti; para que bem te vá, e para que te prolongue os dias.”
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“Deixarás ir livremente a mãe, e os filhos tomarás para ti; para que bem te vá, e para que te prolongue os dias.”
O que este versículo diz
Aqui se completa o mandamento do ninho, e o motivo é surpreendente pela grandeza da recompensa: "para que bem te vá, e para que te prolongue os dias". A mesma bênção associada em outras passagens à honra devida aos pais é aqui ligada a um gesto miúdo de compaixão para com um pássaro. Poupar a mãe garante que ela poderá gerar de novo; a bondade discreta preserva a vida futura. Alguns comentaristas antigos se admiraram de que uma promessa tão alta se prendesse a algo tão pequeno, e viram nisso um ensino: nenhum ato de misericórdia é insignificante diante de Deus.
Para nós, o versículo desfaz a ilusão de que a fidelidade só conta nas grandes ocasiões. A vida com Deus se tece sobretudo nas escolhas mínimas, quando ninguém está avaliando e nada parece estar em jogo. Deixar ir a mãe é escolher a vida em vez do apetite imediato, e a essa escolha o texto vincula, com generosidade, a promessa de bem e de longos dias.