“Mas Esaú disse: Eu tenho bastante, meu irmão; seja para ti o que tens.”
Ouça Gênesis 33:9
O que este versículo diz
Esaú recusa os presentes com uma resposta que revela um coração já satisfeito e curado da mágoa: eu tenho bastante, meu irmão, fica com o que é teu. A palavra bastante traduz um termo que sugere abundância, fartura. Note o carinho na expressão meu irmão, que restaura o vínculo fraterno rompido havia tanto tempo. Esaú não precisa dos bens de Jacó; sua riqueza já lhe basta, e o que ele deseja é apenas o irmão de volta.
Há aqui um contraste delicado com toda a história anterior. Esaú, que outrora vendera a primogenitura por um prato de lentilhas quando tinha fome, agora demonstra contentamento e desprendimento. O homem que fora movido pelo apetite mostra maturidade. Sua recusa não é desprezo, mas dignidade. Quantas vezes a verdadeira reconciliação se mede não pelo que exigimos do outro, mas pelo que estamos dispostos a dispensar? Um coração que aprendeu a se contentar com o que tem está mais livre para amar e perdoar sem cobranças.
O que este versículo diz
Esaú recusa os presentes com uma resposta que revela um coração já satisfeito e curado da mágoa: eu tenho bastante, meu irmão, fica com o que é teu. A palavra bastante traduz um termo que sugere abundância, fartura. Note o carinho na expressão meu irmão, que restaura o vínculo fraterno rompido havia tanto tempo. Esaú não precisa dos bens de Jacó; sua riqueza já lhe basta, e o que ele deseja é apenas o irmão de volta.
Há aqui um contraste delicado com toda a história anterior. Esaú, que outrora vendera a primogenitura por um prato de lentilhas quando tinha fome, agora demonstra contentamento e desprendimento. O homem que fora movido pelo apetite mostra maturidade. Sua recusa não é desprezo, mas dignidade. Quantas vezes a verdadeira reconciliação se mede não pelo que exigimos do outro, mas pelo que estamos dispostos a dispensar? Um coração que aprendeu a se contentar com o que tem está mais livre para amar e perdoar sem cobranças.