“Como não é deixada a afamada cidade? a cidade de meu folguedo?”
Ouça Jeremias 49:25
O que este versículo diz
Este versículo soa como um lamento, quase um suspiro: "Como não é deixada a afamada cidade? a cidade de meu folguedo?". A voz que fala parece a da própria Damasco, ou a de quem a amava, chorando por ver abandonada a cidade célebre, cheia de alegria e vida. "Folguedo" traduz a ideia de deleite, de prazer — Damasco era conhecida por sua beleza e seus jardins.
Há aqui uma nota de melancolia que humaniza o oráculo. Mesmo no anúncio do juízo, transparece o pesar por algo belo que se perde. A profecia não é fria: ela lamenta a ruína daquilo que fora motivo de encanto. Para o leitor, este verso ensina que reconhecer a justiça de um juízo não impede sentir tristeza pela beleza que se vai. Deus mesmo, na Escritura, não se alegra com a destruição. Podemos, assim, sustentar duas verdades: a seriedade das consequências e a compaixão diante da perda. Chorar pelo que se estraga, sem negar por que se estragou, é uma forma madura de amor pela vida.
O que este versículo diz
Este versículo soa como um lamento, quase um suspiro: "Como não é deixada a afamada cidade? a cidade de meu folguedo?". A voz que fala parece a da própria Damasco, ou a de quem a amava, chorando por ver abandonada a cidade célebre, cheia de alegria e vida. "Folguedo" traduz a ideia de deleite, de prazer — Damasco era conhecida por sua beleza e seus jardins.
Há aqui uma nota de melancolia que humaniza o oráculo. Mesmo no anúncio do juízo, transparece o pesar por algo belo que se perde. A profecia não é fria: ela lamenta a ruína daquilo que fora motivo de encanto. Para o leitor, este verso ensina que reconhecer a justiça de um juízo não impede sentir tristeza pela beleza que se vai. Deus mesmo, na Escritura, não se alegra com a destruição. Podemos, assim, sustentar duas verdades: a seriedade das consequências e a compaixão diante da perda. Chorar pelo que se estraga, sem negar por que se estragou, é uma forma madura de amor pela vida.