Jeremias 51:25
“Eis-me aqui contra ti, ó monte destruidor, diz o Senhor, que destroes toda a terra; e estenderei a minha mão contra ti, e te revolverei das rochas, e farei de ti um monte de queima.”
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“Eis-me aqui contra ti, ó monte destruidor, diz o Senhor, que destroes toda a terra; e estenderei a minha mão contra ti, e te revolverei das rochas, e farei de ti um monte de queima.”
O que este versículo diz
Deus dirige a palavra a Babilônia com uma expressão que ressoa como sentença: "Eis-me aqui contra ti". Quando o próprio Senhor se declara adversário, nenhuma defesa prevalece. A cidade é chamada de "monte destruidor", imagem curiosa para uma metrópole situada na planície da Mesopotâmia. O nome não descreve a geografia, mas o caráter: Babilônia foi uma montanha que destruía toda a terra, um poder que se erguia esmagando os outros.
O juízo é descrito com imagens vívidas: Deus estenderá a mão, revolverá o monte "das rochas" e o transformará num "monte de queima", uma montanha calcinada e inútil. O que era altivo será reduzido a escória. Há uma justiça poética nisso: o monte que destruía torna-se ele próprio destruído. Para o leitor devoto, fica a advertência contra toda grandeza construída sobre a ruína alheia. Aquilo que se ergue esmagando os outros não tem futuro diante de Deus. A verdadeira altura, aos olhos do céu, mede-se pela humildade e não pela dominação.