“Todo o dia deseja coisas de cubiçar, mas o justo dá, e nada retem.”
Ouça Provérbios 21:26
O que este versículo diz
Continuando o retrato começado no versículo anterior, o provérbio contrasta duas atitudes diante do que se possui e do que se deseja. De um lado, aquele que "todo o dia deseja coisas de cobiçar": um cobiçar incessante, insaciável, que nunca se satisfaz e nada dá. Do outro, o justo, que "dá, e nada retém" — generoso, de mão aberta, sem apego mesquinho. A oposição é reveladora: a cobiça sempre quer receber e nunca se enche; a justiça encontra alegria em partilhar. O versículo pode ainda ser lido em ligação com o preguiçoso do versículo 25, que só deseja sem produzir, incapaz até de ter o que dar. A sabedoria bíblica vê na generosidade um sinal de coração são e livre. Para o leitor, a pergunta é direta: minha vida gira em torno de acumular para mim ou de partilhar com os outros? Quem dá sem reter descobre uma liberdade que a cobiça nunca conhece. A mão fechada aperta a si mesma.
O que este versículo diz
Continuando o retrato começado no versículo anterior, o provérbio contrasta duas atitudes diante do que se possui e do que se deseja. De um lado, aquele que "todo o dia deseja coisas de cobiçar": um cobiçar incessante, insaciável, que nunca se satisfaz e nada dá. Do outro, o justo, que "dá, e nada retém" — generoso, de mão aberta, sem apego mesquinho. A oposição é reveladora: a cobiça sempre quer receber e nunca se enche; a justiça encontra alegria em partilhar. O versículo pode ainda ser lido em ligação com o preguiçoso do versículo 25, que só deseja sem produzir, incapaz até de ter o que dar. A sabedoria bíblica vê na generosidade um sinal de coração são e livre. Para o leitor, a pergunta é direta: minha vida gira em torno de acumular para mim ou de partilhar com os outros? Quem dá sem reter descobre uma liberdade que a cobiça nunca conhece. A mão fechada aperta a si mesma.