“O desejo do preguiçoso o mata, porque as suas mãos recusam trabalhar.”
Ouça Provérbios 21:25
O que este versículo diz
O provérbio pinta com ironia aguda o drama do preguiçoso, personagem recorrente do livro. Note-se o paradoxo: o preguiçoso não morre por falta de desejos, mas pelo próprio desejo, porque "as suas mãos recusam trabalhar". Ele quer, anseia, sonha — mas não age. O desejo sem trabalho torna-se tormento e, ao fim, ruína. Há aqui uma observação psicológica fina: o problema do indolente não é ausência de vontade, e sim a recusa de traduzir a vontade em esforço. O querer que não vira ação apenas alimenta frustração. Para o leitor, o alerta é honesto e atual, numa época em que é fácil desejar muito e realizar pouco. Sonhos e boas intenções não bastam; sem as mãos que trabalham, permanecem estéreis e até destrutivos. A sabedoria não condena o desejo, mas o convida a se fazer obra. O versículo seguinte reforçará esse retrato, contrastando o cobiçar sem fim com a mão generosa do justo.
O que este versículo diz
O provérbio pinta com ironia aguda o drama do preguiçoso, personagem recorrente do livro. Note-se o paradoxo: o preguiçoso não morre por falta de desejos, mas pelo próprio desejo, porque "as suas mãos recusam trabalhar". Ele quer, anseia, sonha — mas não age. O desejo sem trabalho torna-se tormento e, ao fim, ruína. Há aqui uma observação psicológica fina: o problema do indolente não é ausência de vontade, e sim a recusa de traduzir a vontade em esforço. O querer que não vira ação apenas alimenta frustração. Para o leitor, o alerta é honesto e atual, numa época em que é fácil desejar muito e realizar pouco. Sonhos e boas intenções não bastam; sem as mãos que trabalham, permanecem estéreis e até destrutivos. A sabedoria não condena o desejo, mas o convida a se fazer obra. O versículo seguinte reforçará esse retrato, contrastando o cobiçar sem fim com a mão generosa do justo.