“Falou ele, e vieram gafanhotos e pulgão sem numero.”
Ouça Salmos 105:34
O que este versículo diz
Retorna a fórmula solene: falou ele, e vieram os gafanhotos e o pulgão em número incontável. Como nos enxames de moscas, a praga é desencadeada apenas pela palavra de Deus, sem qualquer outro instrumento. Os gafanhotos eram, no mundo antigo, uma das mais temidas calamidades agrícolas, capazes de devastar em poucas horas as colheitas de regiões inteiras. A expressão sem número acentua a magnitude do castigo: uma nuvem viva e faminta, tão vasta que escapa a qualquer contagem. Depois de a tempestade ter ferido vinhas e árvores, os gafanhotos vêm consumir o que restou, num juízo que se completa por etapas. O salmista mais uma vez enaltece a soberania do Senhor, que dispõe de todas as criaturas, das menores às mais destruidoras, para cumprir seus propósitos. Para o leitor de hoje, o versículo lembra a eficácia da palavra de Deus. Aquilo que ele diz, acontece; sua ordem não volta vazia. E lembra também a paciência e a insistência de Deus, que, diante da dureza do coração humano, prossegue advertindo até que o povo oprimido seja enfim libertado.
O que este versículo diz
Retorna a fórmula solene: falou ele, e vieram os gafanhotos e o pulgão em número incontável. Como nos enxames de moscas, a praga é desencadeada apenas pela palavra de Deus, sem qualquer outro instrumento. Os gafanhotos eram, no mundo antigo, uma das mais temidas calamidades agrícolas, capazes de devastar em poucas horas as colheitas de regiões inteiras. A expressão sem número acentua a magnitude do castigo: uma nuvem viva e faminta, tão vasta que escapa a qualquer contagem. Depois de a tempestade ter ferido vinhas e árvores, os gafanhotos vêm consumir o que restou, num juízo que se completa por etapas. O salmista mais uma vez enaltece a soberania do Senhor, que dispõe de todas as criaturas, das menores às mais destruidoras, para cumprir seus propósitos. Para o leitor de hoje, o versículo lembra a eficácia da palavra de Deus. Aquilo que ele diz, acontece; sua ordem não volta vazia. E lembra também a paciência e a insistência de Deus, que, diante da dureza do coração humano, prossegue advertindo até que o povo oprimido seja enfim libertado.