“Deu tambem ao pulgão a sua novidade, e o seu trabalho aos gafanhotos.”
Ouça Salmos 78:46
O que este versículo diz
O poeta continua enumerando as pragas, agora atingindo a agricultura: o "pulgão" e os gafanhotos devoram o fruto do trabalho egípcio. "A sua novidade" traduz a colheita, o produto novo da terra; "o seu trabalho" é tudo aquilo que mãos humanas cultivaram com esforço ao longo das estações. Num golpe, o sustento de um ano inteiro desaparece na boca dos insetos.
O impacto é profundo porque toca no que há de mais estável na vida de um povo: o alimento que vem da terra. O salmista mostra que nenhuma esfera da existência escapa quando o Senhor decide agir. Para nós, o verso sussurra uma verdade que preferimos ignorar: aquilo que construímos com tanto empenho não está, por si só, garantido. Isso não é motivo de angústia, mas de entrega. Reconhecer que a colheita é fruto de graça, e não apenas de mérito, nos ensina a gratidão e nos livra da ilusão de que somos os senhores absolutos do que produzimos.
O que este versículo diz
O poeta continua enumerando as pragas, agora atingindo a agricultura: o "pulgão" e os gafanhotos devoram o fruto do trabalho egípcio. "A sua novidade" traduz a colheita, o produto novo da terra; "o seu trabalho" é tudo aquilo que mãos humanas cultivaram com esforço ao longo das estações. Num golpe, o sustento de um ano inteiro desaparece na boca dos insetos.
O impacto é profundo porque toca no que há de mais estável na vida de um povo: o alimento que vem da terra. O salmista mostra que nenhuma esfera da existência escapa quando o Senhor decide agir. Para nós, o verso sussurra uma verdade que preferimos ignorar: aquilo que construímos com tanto empenho não está, por si só, garantido. Isso não é motivo de angústia, mas de entrega. Reconhecer que a colheita é fruto de graça, e não apenas de mérito, nos ensina a gratidão e nos livra da ilusão de que somos os senhores absolutos do que produzimos.