“Para não ouvir a voz dos encantadores, do encantador sábio em encantamentos.”
Ouça Salmos 58:5
O que este versículo diz
O versículo completa a imagem iniciada antes: a víbora tapa os ouvidos justamente para não ouvir a voz dos "encantadores", nem do mais hábil deles. O salmo se apoia numa prática cultural antiga, o encantamento de serpentes, sem endossá-la — usa-a apenas como figura poética. O ponto não é a magia, e sim a obstinação. Por mais sábio e persuasivo que seja o apelo, o coração endurecido permanece impermeável.
Aqui o capítulo atinge o auge de sua descrição dos ímpios: eles não apenas praticam o mal (v. 2) e o trazem enraizado (v. 3), mas blindaram-se contra qualquer correção (v. 4-5). É por isso que, nos versículos seguintes, o salmista deixa de argumentar com eles e passa a clamar diretamente a Deus. A lição devocional é sóbria: existe um ponto em que só a intervenção divina alcança quem se fechou por completo. Cabe-nos, então, não a arrogância do juízo, mas a humildade de manter os próprios ouvidos abertos.
O que este versículo diz
O versículo completa a imagem iniciada antes: a víbora tapa os ouvidos justamente para não ouvir a voz dos "encantadores", nem do mais hábil deles. O salmo se apoia numa prática cultural antiga, o encantamento de serpentes, sem endossá-la — usa-a apenas como figura poética. O ponto não é a magia, e sim a obstinação. Por mais sábio e persuasivo que seja o apelo, o coração endurecido permanece impermeável.
Aqui o capítulo atinge o auge de sua descrição dos ímpios: eles não apenas praticam o mal (v. 2) e o trazem enraizado (v. 3), mas blindaram-se contra qualquer correção (v. 4-5). É por isso que, nos versículos seguintes, o salmista deixa de argumentar com eles e passa a clamar diretamente a Deus. A lição devocional é sóbria: existe um ponto em que só a intervenção divina alcança quem se fechou por completo. Cabe-nos, então, não a arrogância do juízo, mas a humildade de manter os próprios ouvidos abertos.