“Perdoaste a iniquidade do teu povo: cobriste todos os seus pecados. (Selah)”
Ouça Salmos 85:2
O que este versículo diz
Continuando a recordação da bondade divina, o salmista passa da restauração exterior — a terra, o cativeiro — para a raiz interior de toda desgraça: o pecado. Ele confessa que Deus perdoou a iniquidade do povo e "cobriu" todos os seus pecados. A imagem de cobrir os pecados é cara ao Antigo Testamento e sugere que a culpa foi retirada de diante dos olhos de Deus, deixando de acusar. A restauração da terra, percebe-se, nasceu antes de um ato de misericórdia que tocou a alma da nação.
O "Selah" que fecha o versículo é provavelmente uma indicação musical ou litúrgica, um convite a pausar e ponderar. E há muito o que ponderar: o perdão não é um detalhe secundário, mas o fundamento da paz com Deus. Para quem lê hoje, o versículo assegura que nenhuma falta é grande demais para ser coberta pela graça. Vale parar, como o Selah pede, e deixar que essa certeza desça ao coração.
O que este versículo diz
Continuando a recordação da bondade divina, o salmista passa da restauração exterior — a terra, o cativeiro — para a raiz interior de toda desgraça: o pecado. Ele confessa que Deus perdoou a iniquidade do povo e "cobriu" todos os seus pecados. A imagem de cobrir os pecados é cara ao Antigo Testamento e sugere que a culpa foi retirada de diante dos olhos de Deus, deixando de acusar. A restauração da terra, percebe-se, nasceu antes de um ato de misericórdia que tocou a alma da nação.
O "Selah" que fecha o versículo é provavelmente uma indicação musical ou litúrgica, um convite a pausar e ponderar. E há muito o que ponderar: o perdão não é um detalhe secundário, mas o fundamento da paz com Deus. Para quem lê hoje, o versículo assegura que nenhuma falta é grande demais para ser coberta pela graça. Vale parar, como o Selah pede, e deixar que essa certeza desça ao coração.