“Alegrem-se os céus, e regozije-se a terra: brama o mar e a sua plenitude.”
Ouça Salmos 96:11
O que este versículo diz
A partir daqui o salmo se abre num grande coro cósmico. Depois de convocar os povos, o poeta convida a própria criação a alegrar-se: os céus, a terra e o mar, com toda a sua "plenitude", ou seja, tudo o que os habita. O verbo "brame" evoca o rugido das ondas, o barulho poderoso do oceano, agora transformado em som de alegria. É uma imagem grandiosa: o universo inteiro participa do júbilo diante do reinado de Deus anunciado no versículo anterior.
Essa personificação da natureza que se regozija é uma forma poética de dizer que a criação inteira encontra seu sentido em Deus. Quando o Senhor reina com justiça, não só a humanidade se beneficia — toda a obra criada floresce. Para o leitor, o versículo desperta uma consciência mais ampla: nossa alegria em Deus se une à de todo o cosmos. E convida também ao cuidado com a criação, que, à sua maneira, também louva o Criador.
O que este versículo diz
A partir daqui o salmo se abre num grande coro cósmico. Depois de convocar os povos, o poeta convida a própria criação a alegrar-se: os céus, a terra e o mar, com toda a sua "plenitude", ou seja, tudo o que os habita. O verbo "brame" evoca o rugido das ondas, o barulho poderoso do oceano, agora transformado em som de alegria. É uma imagem grandiosa: o universo inteiro participa do júbilo diante do reinado de Deus anunciado no versículo anterior.
Essa personificação da natureza que se regozija é uma forma poética de dizer que a criação inteira encontra seu sentido em Deus. Quando o Senhor reina com justiça, não só a humanidade se beneficia — toda a obra criada floresce. Para o leitor, o versículo desperta uma consciência mais ampla: nossa alegria em Deus se une à de todo o cosmos. E convida também ao cuidado com a criação, que, à sua maneira, também louva o Criador.