“Brama o mar e a sua plenitude; o mundo, e os que nele habitam.”
Ouça Salmos 98:7
O que este versículo diz
O louvor, que já convocara toda a terra e seus habitantes, agora se estende à própria criação. "Brama o mar e a sua plenitude": o oceano com tudo o que contém é chamado a fazer barulho diante do Senhor. Na poesia hebraica, o mar costuma representar o que é vasto, indomável e até ameaçador; aqui, porém, ele não se agita em revolta, mas em louvor. Ao lado do mar, "o mundo, e os que nele habitam" completam o quadro: nada fica de fora dessa aclamação universal. É uma visão grandiosa em que a natureza inteira reconhece seu Criador.
Esse versículo alarga nossa noção de adoração. Não somos os únicos a louvar; participamos de um coro cósmico que já existe. Quando contemplamos o mar, as ondas, a imensidão das águas, podemos ouvir neles um eco desse chamado. E talvez isso nos torne mais humildes: se até o mar rende homenagem ao Senhor, quanto mais nós, feitos à sua imagem, temos razões para nos unir ao louvor.
O que este versículo diz
O louvor, que já convocara toda a terra e seus habitantes, agora se estende à própria criação. "Brama o mar e a sua plenitude": o oceano com tudo o que contém é chamado a fazer barulho diante do Senhor. Na poesia hebraica, o mar costuma representar o que é vasto, indomável e até ameaçador; aqui, porém, ele não se agita em revolta, mas em louvor. Ao lado do mar, "o mundo, e os que nele habitam" completam o quadro: nada fica de fora dessa aclamação universal. É uma visão grandiosa em que a natureza inteira reconhece seu Criador.
Esse versículo alarga nossa noção de adoração. Não somos os únicos a louvar; participamos de um coro cósmico que já existe. Quando contemplamos o mar, as ondas, a imensidão das águas, podemos ouvir neles um eco desse chamado. E talvez isso nos torne mais humildes: se até o mar rende homenagem ao Senhor, quanto mais nós, feitos à sua imagem, temos razões para nos unir ao louvor.