Apocalipse 14:1
“E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte de Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que em suas testas tinham escrito o nome de seu Pai.”
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“E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte de Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que em suas testas tinham escrito o nome de seu Pai.”
O que este versículo diz
Depois das cenas sombrias do capítulo 13, com a besta e sua marca dominando a terra, João levanta os olhos e vê uma imagem de contraste e consolo: o Cordeiro em pé sobre o monte Sião. Na tradição bíblica, Sião representa a cidade de Deus, o lugar da presença divina e da esperança do povo (Salmo 2, Isaías). O Cordeiro é Cristo, o mesmo que fora imolado e agora está de pé, sinal de vitória sobre a morte.
Os cento e quarenta e quatro mil já haviam aparecido no capítulo 7. Muitos estudiosos os leem como número simbólico (doze vezes doze mil) do povo redimido em sua totalidade. O detalhe decisivo é que trazem escrito na testa o nome do Pai — resposta direta à marca da besta. Onde o mal imprime seu selo, Deus imprime o seu. A quem pertencemos se lê em nossa vida? A verdadeira segurança do fiel não está em fugir do conflito, mas em carregar, mesmo em tempos difíceis, a marca de quem lhe deu identidade.