O capítulo se encerra onde deveria: no louvor. Diante da transformação de Paulo, as igrejas da Judeia "glorificavam a Deus a respeito de mim". Note com cuidado o alvo da glória. Não era Paulo o admirado, mas Deus o glorificado. O apóstolo, que passou o capítulo inteiro defendendo sua autoridade e sua história, faz questão de terminar apagando-se diante de Deus. Toda a sua narrativa não visava exaltar-se, mas mostrar a obra da graça, e a graça sempre devolve a glória ao seu Autor.
Assim se fecha um círculo que começou na doxologia do versículo cinco: a vida tocada por Deus desemboca em louvor. Para nós, fica o alvo de toda existência cristã. Quando nossa história leva outros a glorificar a Deus, e não a nós, então ela cumpriu seu propósito mais profundo. O maior fruto de uma vida transformada não é a admiração que atrai, mas a adoração que desperta. Que a nossa também, como a de Paulo, faça os que a observam voltarem os olhos para Aquele que tudo realiza.
O que este versículo diz
O capítulo se encerra onde deveria: no louvor. Diante da transformação de Paulo, as igrejas da Judeia "glorificavam a Deus a respeito de mim". Note com cuidado o alvo da glória. Não era Paulo o admirado, mas Deus o glorificado. O apóstolo, que passou o capítulo inteiro defendendo sua autoridade e sua história, faz questão de terminar apagando-se diante de Deus. Toda a sua narrativa não visava exaltar-se, mas mostrar a obra da graça, e a graça sempre devolve a glória ao seu Autor.
Assim se fecha um círculo que começou na doxologia do versículo cinco: a vida tocada por Deus desemboca em louvor. Para nós, fica o alvo de toda existência cristã. Quando nossa história leva outros a glorificar a Deus, e não a nós, então ela cumpriu seu propósito mais profundo. O maior fruto de uma vida transformada não é a admiração que atrai, mas a adoração que desperta. Que a nossa também, como a de Paulo, faça os que a observam voltarem os olhos para Aquele que tudo realiza.