Este é um dos versículos mais concisos e discutidos da carta, e convém reconhecer com honestidade que sua interpretação é debatida. Paulo observa que "o medianeiro não é de um", pois todo mediador supõe pelo menos duas partes envolvidas, enquanto "Deus é um". A frase serve para contrastar dois modos de agir de Deus.
Muitos estudiosos entendem que Paulo quer sublinhar a superioridade da promessa sobre a lei. A lei chegou por meio de um mediador, envolvendo duas partes e condições recíprocas. Já a promessa a Abraão veio diretamente do Deus único, que a estabeleceu por si mesmo, sem depender do cumprimento humano. A promessa repousa unicamente na fidelidade de Deus. Para o leitor, embora o versículo seja difícil, o consolo que dele se colhe é firme: aquilo que depende só de Deus é mais seguro do que aquilo que depende também de nós. A unidade e a fidelidade de Deus garantem que sua promessa não falhará, pois ele não precisa de intermediários para cumprir o que jurou.
O que este versículo diz
Este é um dos versículos mais concisos e discutidos da carta, e convém reconhecer com honestidade que sua interpretação é debatida. Paulo observa que "o medianeiro não é de um", pois todo mediador supõe pelo menos duas partes envolvidas, enquanto "Deus é um". A frase serve para contrastar dois modos de agir de Deus.
Muitos estudiosos entendem que Paulo quer sublinhar a superioridade da promessa sobre a lei. A lei chegou por meio de um mediador, envolvendo duas partes e condições recíprocas. Já a promessa a Abraão veio diretamente do Deus único, que a estabeleceu por si mesmo, sem depender do cumprimento humano. A promessa repousa unicamente na fidelidade de Deus. Para o leitor, embora o versículo seja difícil, o consolo que dele se colhe é firme: aquilo que depende só de Deus é mais seguro do que aquilo que depende também de nós. A unidade e a fidelidade de Deus garantem que sua promessa não falhará, pois ele não precisa de intermediários para cumprir o que jurou.