“Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo.”
Ouça Lucas 18:12
O que este versículo diz
O fariseu detalha suas práticas: jejua duas vezes por semana e dá o dízimo de tudo. É importante reconhecer que essas eram devoções admiráveis, que iam além do exigido pela Lei. Ele não está mentindo nem exagerando; realmente é um homem disciplinado e generoso em suas ofertas. O problema não está no que ele faz, mas em como isso vira moeda de troca e motivo de orgulho diante de Deus.
Aqui está a sutileza da parábola. Não se trata de opor o religioso zeloso ao relaxado, como se a devoção fosse ruim. Trata-se de mostrar que até as melhores obras, quando se tornam base de autossuficiência, afastam o coração da graça. O fariseu apresenta a Deus uma fatura, não um pedido. Para o leitor, o versículo adverte contra transformar a fé numa contabilidade de méritos. Jejum, dízimo e disciplina são bons, mas perdem o sentido se nos fazem esquecer que diante de Deus permanecemos sempre necessitados de misericórdia.
O que este versículo diz
O fariseu detalha suas práticas: jejua duas vezes por semana e dá o dízimo de tudo. É importante reconhecer que essas eram devoções admiráveis, que iam além do exigido pela Lei. Ele não está mentindo nem exagerando; realmente é um homem disciplinado e generoso em suas ofertas. O problema não está no que ele faz, mas em como isso vira moeda de troca e motivo de orgulho diante de Deus.
Aqui está a sutileza da parábola. Não se trata de opor o religioso zeloso ao relaxado, como se a devoção fosse ruim. Trata-se de mostrar que até as melhores obras, quando se tornam base de autossuficiência, afastam o coração da graça. O fariseu apresenta a Deus uma fatura, não um pedido. Para o leitor, o versículo adverte contra transformar a fé numa contabilidade de méritos. Jejum, dízimo e disciplina são bons, mas perdem o sentido se nos fazem esquecer que diante de Deus permanecemos sempre necessitados de misericórdia.